Essa versão da imagem parece circular de um folheto chinês, que você confere ao lado, e embora não possamos entender bem o que se diz, o folheto sim parece mencionar o óbvio: um grande incêndio, e uma manifestação do demônio
18 de jan. de 2012
Demônio em fumaça
Essa versão da imagem parece circular de um folheto chinês, que você confere ao lado, e embora não possamos entender bem o que se diz, o folheto sim parece mencionar o óbvio: um grande incêndio, e uma manifestação do demônio
O Rosto na TV
ass: Fernando Sales
8 de jan. de 2012
O fantasma de Michael Jackson
Parece que o Rei do Pop anda assombrando algumas pessoas. Veja nestas imagens recentes um fantasma circulando em Neverland durante uam entrevista com Jermaine Jackson, irmão mais velho o cantor. A imagem assustadora passa nos corredores do rancho. As imagens foram exibidas no programa Larry King, da rede CNN.
Algumas pessoas dizem que é apenas uma sombra de pessoas da produção. Mas assista o vídeo. Muitos fãs acreditam ser o fantasma do ator. Alguns especialistas afirmam mesmo ser um fantasma do astro que vaga em plano terreno enquanto seu corpo não é enterrado.
Algumas pessoas dizem que é apenas uma sombra de pessoas da produção. Mas assista o vídeo. Muitos fãs acreditam ser o fantasma do ator. Alguns especialistas afirmam mesmo ser um fantasma do astro que vaga em plano terreno enquanto seu corpo não é enterrado.
O FANTASMA DE UM MENINO SEM OLHOS
O FANTASMA DE UM MENINO SEM OLHOS
Ele caminha pelas plantações de lírios brancos
Flores que simbolizam o amor da mãe pelo filho
Sem saber que não está mais vivo
O fantasma de um menino sem olhos
Procura pela sua mãe nos rostos com olhos
E quando uma mulher olha na sua face
O menino vê no rosto que não é sua mãe
E o ódio cresce no seu coração
Sugando a força vital da sua vítima
Até o fim...
Na memória desse menino fantasma permanece a cena:
Sua mãe dizendo que ia livrá-lo de todo sofrimento
Deste mundo material e longe do Éden
Que o amor que ela sentia era maior que a dor
E o filho agradeceu dizendo:
- Obrigado mamãe!
E num ato de eutanásia, estrangulou seu filho
Até ele desfalecer e parar de respirar
Cavou uma cova rasa e envolveu o menino
Numa coberta com flores amarelas
Desde então seus olhos sumiram
E acreditava que ao encontrar sua mãe novamente
Poderia ter seus olhos de volta
E não iria mais sentir ódio no seu coração
Pois ele só queria receber o amor daquela
Que lhe deu a vida e depois lhe tirou
Pensando que ele fosse para o Éden
Viver uma vida feliz
Mas não foi isso que aconteceu
O menino virou um fantasma sem olhos
Caminhando pelos fios de sedas do seu plasma
Sentindo falta da sua mãe....
obs : fico devendo essa foto pós não achei
Ele caminha pelas plantações de lírios brancos
Flores que simbolizam o amor da mãe pelo filho
Sem saber que não está mais vivo
O fantasma de um menino sem olhos
Procura pela sua mãe nos rostos com olhos
E quando uma mulher olha na sua face
O menino vê no rosto que não é sua mãe
E o ódio cresce no seu coração
Sugando a força vital da sua vítima
Até o fim...
Na memória desse menino fantasma permanece a cena:
Sua mãe dizendo que ia livrá-lo de todo sofrimento
Deste mundo material e longe do Éden
Que o amor que ela sentia era maior que a dor
E o filho agradeceu dizendo:
- Obrigado mamãe!
E num ato de eutanásia, estrangulou seu filho
Até ele desfalecer e parar de respirar
Cavou uma cova rasa e envolveu o menino
Numa coberta com flores amarelas
Desde então seus olhos sumiram
E acreditava que ao encontrar sua mãe novamente
Poderia ter seus olhos de volta
E não iria mais sentir ódio no seu coração
Pois ele só queria receber o amor daquela
Que lhe deu a vida e depois lhe tirou
Pensando que ele fosse para o Éden
Viver uma vida feliz
Mas não foi isso que aconteceu
O menino virou um fantasma sem olhos
Caminhando pelos fios de sedas do seu plasma
Sentindo falta da sua mãe....
obs : fico devendo essa foto pós não achei
poema
Suicida
by Betha M. Costa
Na abóbada do inferno,
Não há vocábulos poéticos,
Dói no corpo frio eterno,
Há signos proféticos,
Invernos do Mal interno...
Eu escorro entre as paredes,
Como tinta desbotada,
Trago na boca sedes,
Da vida que me foi negada.
Jogam "areia" de gelo,
Nos meus olhos fechados,
E do cabelo ao tornozelo,
Eu pago os meus pecados.
Não se apiede de mim, rapaz!
Na vida não tive palmas,
Não ganhei louros da paz,
Sombra ao peito das almas:
Tive felicidade voraz e fugaz.
by Betha M. Costa
Na abóbada do inferno,
Não há vocábulos poéticos,
Dói no corpo frio eterno,
Há signos proféticos,
Invernos do Mal interno...
Eu escorro entre as paredes,
Como tinta desbotada,
Trago na boca sedes,
Da vida que me foi negada.
Jogam "areia" de gelo,
Nos meus olhos fechados,
E do cabelo ao tornozelo,
Eu pago os meus pecados.
Não se apiede de mim, rapaz!
Na vida não tive palmas,
Não ganhei louros da paz,
Sombra ao peito das almas:
Tive felicidade voraz e fugaz.
“O Caso Dália Negra”
Antes
Depois

“O Caso Dália Negra”
Ela pretendia ser artista de cinema, com traços marcantes e olhos verdes expressivos, usava sempre uma dália negra enfeitando seus cabelos. Quando conheceu um médico que tratava dos artistas de Hollywood, e começou a se relacionar com ele. Este médico cirurgião, também jornalista, interessava-se desde pequeno por notícias de violência, pela arte surreal, por fotografia e queria ser reconhecido pela sua genialidade. Mas, ele se apaixonou por ela e, num determinado momento, seu ciúme foi tão incontrolável que fez da sua amada seu crime mais famoso.
Ela foi encontrada num terreno baldio, totalmente, nua com uma dália negra enfeitando o cabelo, cortada ao meio, na altura da segunda e terceira vértebra lombar, com os braços cuidadosamente colocados em forma de chifres, com marcas brutais de tortura. Enquanto a policia tentava desvendar o caso, que ficou conhecido como “O Caso Dália Negra”, o médico e jornalista enviava, anonimamente, cartas feitas com letras recortadas de revistas, para a policia encarregada do caso, dizendo que eles não tinham capacidade intelectual para resolver este caso. Na verdade, ele queria ser reconhecido por sua “obra de arte”. A polícia sabia que se tratava de alguém que sabia as técnicas cirúrgicas, pela forma exata como a vitima foi cortada ao meio; sabia que a forma pela qual ela tinha sido cuidadosamente deixada naquela posição, tinha uma significação. Mas, depois de muito tempo de investigação a polícia abandonou o caso por falta de suspeitos e provas que identificassem o criminoso. O caso ficou famoso, pela brutalidade e inteligência de quem o cometeu.
Anos mais tarde, este mesmo médico se casou e teve um filho, o menino cresceu e se tornou investigador policial, enquanto que o pai veio a falecer depois. O filho do médico que havia cometido o crime mais misterioso da história policial, ficou interessado em saber sobre este caso. E quando olhou a foto da vítima, o rosto marcante daquela mulher, lembrou-se que já havia visto o rosto dela em algum lugar. Pensou: - Esta atriz é do tempo do meu pai....E começou a procurar nos pertences deixados pelo seu pai, se encontrava algo sobre ela. Quando curiosamente encontrou a foto dela, dentro da carteira de anotações do seu pai. Era uma foto íntima dela. Então ele começou a investigar que ligação poderia ter tido o pai dele com a vítima do Caso Dália Negra.
Aos poucos o filho do médico foi descobrindo os passos do seu pai, as pessoas que tiveram contato com ele como médico, jornalista e fotógrafo. E, de fato, ele teria conhecido a vítima numa das festas proporcionadas por artistas de Hollywood, pois o médico tinha prestigio entre os artistas que tratavam com ele. Descobriu também que seu pai tinha amizade com um artista surreal da época, que tirava fotos surreais e dentre tantas fotografias, encontrou uma que lhe chamou a atenção: um corpo nu de mulher, cortado ao meio, com os braços abertos em posição de chifre, numa alusão surreal do Minotauro (*é uma figura da mitologia Grega, com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, esta criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta, levando medo e terror aos moradores, pois devorava as moças virgens, que eram deixadas no labirinto, com o propósito de acalmar a ira do monstro). Exatamente como a vítima foi encontrada no terreno baldio.
O filho do médico não tinha mais dúvidas, seu pai era o assassino que todos procuravam, e por força do seu ímpeto de investigador, havia encontrado todas as evidências.
Como profissional, levou todas as provas que tinha em mãos, ao conhecimento da Justiça Americana, de forma sigilosa para não comprometer a figura do seu pai, pois ele já tinha falecido e não poderia mais ser processado ou confessar o crime. Diante de tantas provas que levavam para o criminoso, a documentação foi toda guardada pela Justiça. E, depois de alguns meses, o investigador vendo que não tinha nenhuma resposta da Justiça, procurou pela documentação do caso e constatou que todos os documentos que ele havia entregado, desapareceram misteriosamente. E, o Caso Dália Negra continua até hoje, arquivado, sem provas o suficiente, sem identificar o verdadeiro assassino.
*Este caso aconteceu em 1947, nos EUA. E já foi retratado em livro e filme. Foi tema de um programa “ O Índice do Mal”, do Discovery Chanel, esta semana.

Depois
“O Caso Dália Negra”
Ela pretendia ser artista de cinema, com traços marcantes e olhos verdes expressivos, usava sempre uma dália negra enfeitando seus cabelos. Quando conheceu um médico que tratava dos artistas de Hollywood, e começou a se relacionar com ele. Este médico cirurgião, também jornalista, interessava-se desde pequeno por notícias de violência, pela arte surreal, por fotografia e queria ser reconhecido pela sua genialidade. Mas, ele se apaixonou por ela e, num determinado momento, seu ciúme foi tão incontrolável que fez da sua amada seu crime mais famoso.
Ela foi encontrada num terreno baldio, totalmente, nua com uma dália negra enfeitando o cabelo, cortada ao meio, na altura da segunda e terceira vértebra lombar, com os braços cuidadosamente colocados em forma de chifres, com marcas brutais de tortura. Enquanto a policia tentava desvendar o caso, que ficou conhecido como “O Caso Dália Negra”, o médico e jornalista enviava, anonimamente, cartas feitas com letras recortadas de revistas, para a policia encarregada do caso, dizendo que eles não tinham capacidade intelectual para resolver este caso. Na verdade, ele queria ser reconhecido por sua “obra de arte”. A polícia sabia que se tratava de alguém que sabia as técnicas cirúrgicas, pela forma exata como a vitima foi cortada ao meio; sabia que a forma pela qual ela tinha sido cuidadosamente deixada naquela posição, tinha uma significação. Mas, depois de muito tempo de investigação a polícia abandonou o caso por falta de suspeitos e provas que identificassem o criminoso. O caso ficou famoso, pela brutalidade e inteligência de quem o cometeu.
Anos mais tarde, este mesmo médico se casou e teve um filho, o menino cresceu e se tornou investigador policial, enquanto que o pai veio a falecer depois. O filho do médico que havia cometido o crime mais misterioso da história policial, ficou interessado em saber sobre este caso. E quando olhou a foto da vítima, o rosto marcante daquela mulher, lembrou-se que já havia visto o rosto dela em algum lugar. Pensou: - Esta atriz é do tempo do meu pai....E começou a procurar nos pertences deixados pelo seu pai, se encontrava algo sobre ela. Quando curiosamente encontrou a foto dela, dentro da carteira de anotações do seu pai. Era uma foto íntima dela. Então ele começou a investigar que ligação poderia ter tido o pai dele com a vítima do Caso Dália Negra.
Aos poucos o filho do médico foi descobrindo os passos do seu pai, as pessoas que tiveram contato com ele como médico, jornalista e fotógrafo. E, de fato, ele teria conhecido a vítima numa das festas proporcionadas por artistas de Hollywood, pois o médico tinha prestigio entre os artistas que tratavam com ele. Descobriu também que seu pai tinha amizade com um artista surreal da época, que tirava fotos surreais e dentre tantas fotografias, encontrou uma que lhe chamou a atenção: um corpo nu de mulher, cortado ao meio, com os braços abertos em posição de chifre, numa alusão surreal do Minotauro (*é uma figura da mitologia Grega, com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, esta criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta, levando medo e terror aos moradores, pois devorava as moças virgens, que eram deixadas no labirinto, com o propósito de acalmar a ira do monstro). Exatamente como a vítima foi encontrada no terreno baldio.
O filho do médico não tinha mais dúvidas, seu pai era o assassino que todos procuravam, e por força do seu ímpeto de investigador, havia encontrado todas as evidências.
Como profissional, levou todas as provas que tinha em mãos, ao conhecimento da Justiça Americana, de forma sigilosa para não comprometer a figura do seu pai, pois ele já tinha falecido e não poderia mais ser processado ou confessar o crime. Diante de tantas provas que levavam para o criminoso, a documentação foi toda guardada pela Justiça. E, depois de alguns meses, o investigador vendo que não tinha nenhuma resposta da Justiça, procurou pela documentação do caso e constatou que todos os documentos que ele havia entregado, desapareceram misteriosamente. E, o Caso Dália Negra continua até hoje, arquivado, sem provas o suficiente, sem identificar o verdadeiro assassino.
*Este caso aconteceu em 1947, nos EUA. E já foi retratado em livro e filme. Foi tema de um programa “ O Índice do Mal”, do Discovery Chanel, esta semana.
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